Nos livros de botânica a Macambira é planta da família das bromélias,
prima distante do abacaxi e brota em áreas de caatinga. Em Sergipe, a palavra
nomina uma aprazível cidade localizada no agreste sergipano, na vizinhança de Itabaiana
e Campo do Brito, a 74 km da capital do estado.
O nome não é por acaso, a Macambira é vegetação abundante na
região. A cidade possui também umas das cachoeiras mais bonitas do estado. Mas
o Astra - sucessor do Monza - saiu de Aracaju na noite de mais um sábado a
procura de outros atrativos. Na estrada caminhos demasiados conhecidos. A viagem
é curta, pouco mais de 1 hora, em pouco tempo nos deparamos com a serra de
Itabaiana. Entrada a direita, Campo do Brito e logo mais a frente, Macambira.
A habitual garrafa de Vodca ameniza o frio que a chuva fina
trazia, mas São Pedro colaborou e o tempo estiou. A chuva parou, mas a bebida,
não. Fileiras de carros pelas ruas, vans...
passos apressados em direção à praça de eventos. Como a flor que desabrocha na madrugada,
Macambira sorri em festa.
No palco Alma Gêmea inicia a apresentação adentrando a madrugada. Em seguida Mano Walter, e amanhecendo o dia
Cavalo de Pau ainda está tocando quando deixamos a cidade, já por volta das 6h
da manhã. Há sempre uma estrada no caminho.

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