No dançar das
mãos dos integrantes do grupo os bonecos ganham vida e ensaiam os passos do
forró , o mais autêntico ritmo nordestino. E nesta dança criador se faz criatura
, nos bonecos a beleza e a feiura imprimem como uma pintura a cara de nossa
gente . No pequeno palco os bonecos
também contam dramas, estórias da vida e do imaginário popular. Causos de
bravuras de um povo valente, que engana a amargura , inventor da rapadura e que sorri mesmo sem
dentes. Estórias de lampião, rei do
cangaço, justiça feita com sangue num tempo em que a honra residia no cabaço. Terra sem lei, onde o veredito era
a ponta do mais afiado aço. Causos de amores impossíveis, donzelas raptadas,
paixão, traição e maridos da cabeça enfeitada.
Histórias de um bando de malucos que rodam por todo Sergipe e Estados vizinhos atrás de lá se sabe o quê.
Assinar:
Comentários (Atom)
-
Parecia castigo, chuva de Aracaju até Itabi voando pelos quebra molas, vendo coisas que nunca vi lamento por chuva no sertão, vinho com gost...
-
Canta este trinado repicado, quebra o silêncio da morte da noite e desafia o nascer do dia. Tu és fibra lado a lado, é surdina, coragem...
-
Já próximo do final de um longa reta na Avenida Rio de Janeiro vejo que o sinal ficou amarelo, acelero numa tentativa inútil de chegar a...
