Histórias de um bando de malucos que rodam por todo Sergipe e Estados vizinhos atrás de lá se sabe o quê.
domingo, 9 de junho de 2013
Capela
Já passava das 22h quando deixamos a cidade. Apenas 45 minutos separam Aracaju de Capela. É estranho medir distâncias através de medidas de tempo, afinal elas estão susceptíveis a tantas variáveis, mas no final das contas é sempre ele que importa: O tempo. ( Deu preguiça procurar no Google quantos quilômetros separam as duas cidades).
Deixamos os festejos juninos da Barra dos Coqueiros e o samba do Carioca de lado. Não é nem preciso explicar o motivos, Capela é Capela... mas chegando lá , de inicio não parecia muito não. A praça de eventos não estava lotado e no palco um locutor anunciava um concurso de beleza para escolher a rainha dos festejos da cidade. Só lembro que a quinta colocada ganhou um celular. Ah! Se a encontrasse com certeza eu iria pedir o número.
Não demorou para tudo voltar o normal. Foi a primeira banda começar a tocar e o povo começou a chegar. A festa estava completa. Cenário montado era hora de atacar. Primeiro fazemos o reconhecimento do território, analisamos possíveis alvos, e de repente , quase sempre o inesperado se apresenta através de olhares acabando com qualquer outra prospecção. Assim, imperceptivelmente, as horas se exaurem.
Às 5h e pouca da manhã me dirijo ao carro, que está estacionada numa praça. Espero o retorno do pessoal. Vamos até uma padaria, comemos um pão com mortadela e Coca-Cola para depois embarcar no Punto de volta à Aracaju. Sei que o tempo um dia irá trazer saudades!
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