A vida, calcinada, desvanece a cada dia nesta terra despida e rasgada... O horizonte, quase sempre esperança, se perde na poeira suspensa pelo vento que assim parece se vingar por não encontrar relva a se curvar com o seu passar. E mesmo nos tempos mais difíceis, como agora, quando pouco resta, até que se finde o último homem este lugar estará repleto de existência. Porque ,aqui, ser é mais do que existir ou sobreviver. É nesta terra viver. E nunca é pouco, ínfimo... pois ser é sempre "Sertão".
Histórias de um bando de malucos que rodam por todo Sergipe e Estados vizinhos atrás de lá se sabe o quê.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
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