Quero ver-te frente ao silêncio
E verter em ti de todo um eu
Em um sentimento tão imenso
Que o meu eu seja o teu
E me esconder em seus cabelos
Por entre o tempo e suas horas
No batom mais vermelho
Enrubescer alma afora
Então quando estiver frente ao espelho
Reconhecer já não mais sê-lo
Abraçar todos os medos
O suspiro sufocante
O suor entre meus dedos
Aquele instante
E que o momento seja o sempre
O derradeiro não chegue agora
Se a tristeza vier vá sem demora
Mas se eu partir de mim se lembre
Histórias de um bando de malucos que rodam por todo Sergipe e Estados vizinhos atrás de lá se sabe o quê.
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
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