segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O novo

E lá vem o 'novo' de novo
Com seu velho e encenado discurso
Seguindo a marcha em curso
Ecos no fundo do poço

Cercado por Jucás, Temeres e Cunhas
Se enlameando em pocilgas de vilania
O tempo lhe brindará com qual alcunha ?
Cidade já em nada lembra cidadania


Sua história é um gabinete de deputado
livros não lidos, ares de ar-condicionado, espúrios conchavos ...
Os pés desconhecem as ruas, o campo, o chão das fabricas
Mas panfletos trazem “verdades” convenientemente fabricadas

O seu legado é uma lista de processos, ilícitos e falcatruas
Liberdade, um foro privilegiado
Opinião pública, esfera onde ele 'atua'
É palco de um Estado dilapidado


O seu rosto desconhece o suor
A mão a força do trabalho
Ainda que que me pese o calo
Um brado. Ao menos o menos pior !

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